Eu ali,
para olhando, sabia que não era em vão, que na verdade não tinha um motivo
concreto para agradecer, o que existia na verdade era um “obrigado” por sempre
termos motivos para continuar, para recomeçar, para colocar um fim naquilo que
faz mal e trilhar um novo caminho. E entendi, que na vida não temos tempo para
parar e agradecer, pois tudo é desconhecido e as forças vêm de dentro de
nós, da alma, de motivos. Não importava,
Iemanjá sabia que eu não precisava mencionar palavra alguma para demonstrar
gratidão, estar ali, com fé já era um bom agradecimento. Ela sabia, eu sabia, o
meu mar desconhecido, eu fazia todos os dias e um dia quando eu atravessasse
todo aquele oceano, eu poria enfim todo o meu agradecimento por tudo,
pessoalmente. Ainda há tempo, eu tô só na beira do mar...
4 de jan. de 2013
A beira do Mar, a beira do desconhecido.
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