Direitos Reservados

MyFreeCopyright.com Registered & Protected

21 de abr de 2015

Yes, Nós temos o TINDER

Yes, eu tenho o Tinder, me julguem! Ou não...

Hoje vou relatar a experiência super legal de ter esse aplicativo que não puxou a minha foto, mas mesmo assim me fez combinação com uma galera legal, ou não... Entre mortos e feridos, alguns sobreviventes viraram meus fiéis escudeiros, outros me assustaram bastante. Mas o mais divertido de ter esse aplicativo é o entrosamento legal que pode acontecer nas conversas. Dividir histórias com pessoas desconhecidas pode ser mais interessante do que parece, ouvir conselhos de pessoas que você nunca viu na sua vida pode ser mais útil do que bater cabeça com problemas fúteis. O simples fato de não saber quem está por trás de uma foto ou não ter nenhuma garantia se as histórias que você está ouvindo são reais é o que torna as amizades do Tinder desafiadoras.

Para os adeptos da nova versão da sala de bate papo móvel, um conselho: Vocês vão garantir boas risadas e vai conhecer uma galera mais doida que você, e que, no final das contas vai valer muito a pena. Não digo para um relacionamento, mas o fato de ouvir novas pessoas com hábitos completamente diferentes do seu, agrega muito para a nossa vivência e até mesmo para mudar alguns vícios.


Da minha parte, posso dizer que fiz ótimos amigos no Tinder, acho que tive sorte. É nesse momento que você descobre que a aparência é irrelevante quando se está disposto a conhecer as pessoas como elas realmente são. Claro que tem gente que só pela foto e a Bio, vale a pena ir atrás, de lado, de frente, de cima à baixo... Gente que você manda parar as máquinas e leva para casa pra conhecer a mãe. Muito surreal para um simples aplicativo que combina pessoas? Talvez, mas se é assim que funciona os contos de fadas modernos, quem sou eu para julgar?!
Tinderella

19 de abr de 2015

Na Porta de Casa

☆
Certo dia entreguei todos os meus cacos e farrapos na mão de alguém.  Promessas de caminhos novos sempre são tentadoras e desafiadoras, então fui. Eu amei tanto, mas tanto que chegava a doer, não existiam mais quatro passos, eram apenas dois. Era um sonho, um plano, duas pessoas e uma vida. Amor, a gente dá e nunca sabe se o que recebemos é menor, maior ou igual. O que se passa dentro do outro alguém é um oceano desconhecido.
Hoje eu posso dizer com toda a certeza que eu recebi um amor bem maior do que eu dei, e posso fazer uma afirmação dessas claramente, pois se ele não me amasse tanto, não teria feito por mim o que nem mesmo eu faria: Ele me devolveu a mim mesma, estourou aquela bolha fechada e embriagada pelo nosso oxigênio. Soltou o nó e eu voltei à superfície.

Se alguém não me amasse tanto, me devolveria pra minha vida, a tempo de me encontrar? De me descobrir? De me sentir? Agora eu conheço o significado da palavra amor. E embora eu ainda tenha muitas prateleiras de sonhos, planos e metas para organizar, essa paz interior revigora, rejuvenesce e implora por sede de mim mesma.  E é a partir daí que a gente descobre que de trás do micro universo que rola dentro de uma lágrima que cai por amor, existe uma felicidade plena e calma, como um pôr do sol constante acontecendo na minha alma, e tudo fica simples.


Foi a partir de um amor demais, que nos deixava demais para sermos nós, eu vi que, não existe ninguém e nem nada no mundo que possa colorir sua vida, além de você mesmo, uma cor a cada dia e um novo cenário para cada momento. 
☆

18 de abr de 2015

Os Patuás do Amor


   Eu acredito no amor. Nele e em tudo o que vem incluso no pacote. Quando eu fecho um acordo com o amor, eu fecho com tudo: Os ‘pra sempre’, os sonhos, os planos e os filhos que não vieram; até as casas com quintal e cachorro que não temos. Eu gosto do amor, de amor, dar amor; e de todos os patuás que ele tem como representante: os corações, o vermelho, o dia dos namorados e o status do facebook; as fotos do instagram e os bichinhos de pelúcia...

LOVE ❤   Quando eu compro, eu pago pra ver, aposto tudo, cabeça dura em piscina rasa. Assim sem pensar duas vezes, mesmo sabendo que os estragos posteriores me trarão sequelas permanentes, ou nem tanto. É sempre bom se apegar nessa fé do amor, porque tudo e qualquer coisa que é com amor, por amor é válido. É bom. Faz bem. Tudo o que intensifica nossa fé e nossas crenças faz bem pra alma e porque não para o coração? Pois acredito que tudo o que o amor deixa na nossa vida fica pra sempre, carimba nosso cartão de vivências e deixa nosso mundo mais colorido. Todo esse brilho nos olhos de alguém que acabou de se agarrar a um patuá do amor, aquela esperança em forma de sorriso. Cá pra nós, como é bonito de se ver alguém que passa ao nosso lado com aquela carinha de quem acabou de entender como se acredita no amor, o significado de acreditar.

    
Somos todos um patuá do amor, cada um à sua maneira, seja nos sonhos de alguém, no pensamento ou na oração. Se o pensamento existe, existe amor.
♥ | via Facebook

12 de abr de 2015

Combustível, Combustão, Cinzas e Recomeço

Untitled

Há algumas semanas atrás me perguntaram porque eu havia parado de escrever? Eu não pensei duas vezes antes de responder: Acho que não tenho tido muita inspiração ultimamente, embora a felicidade seja uma inspiração e tanto, o maior combustível da inspiração, é a tristeza...
Ai um dia acordei sem ter o chão onde pisar, como se as colunas que sustentavam os meus sonhos tivessem sido envergadas numa fração de segundos tudo viesse a baixo, sem se importar com o que destruiria. Eu não vou agir hipocritamente e apontar culpados ou vítimas, sequer vou colocar um sorriso em mim sendo que minha alma não pede. Até as maiores fortalezas tem uma fresta, uma rachadura... E qualquer grande monumento corre o risco de cair a qualquer momento, o mesmo se aplica para os nossos sonhos, os nossos planos...
Eu decidi voltar a escrever porque é como um diário que você expõe não só porque alivia, mas uma forma de ajudar alguém, que certamente em algum lugar está passando pelo o mesmo que você e busca alguma forma de conforto e força, para recolher cada grão de poeira dos escombros para recomeçar.
Eu tinha jurado a mim mesma que não exporia a minha vida pessoal, mas não se trata somente de um sentimento ou uma opinião minha, é uma série de fatores que compunham uma história. Dizer afirmativamente hoje que estou bem ou que estou firme é muito difícil, mas estou seguindo, estou caminhando como se deve ser. Eu não vou cuspir fogo e acusar erros que também foram meus. A melhor forma de evoluir é assumir seus erros e refletir sobre eles, e acima de tudo não errar mais. Em mim hoje, se encontram fragmentos de todos os tipos de sentimentos possíveis sobre tudo, e principalmente sobre como devo ser daqui pra frente. Nenhuma mudança de página é feliz, digamos que, aceitável. A dor é como um bichinho peçonhento que fica de olhos arregalados fixados em você e que aumenta cada vez que você também fixa nela, como uma provocação, uma birra, no qual você determina se deve dar atenção ou não. De fato isso não a fará desaparecer, mas aliviará a concentração de pensamentos ao redor da dor. A gente nunca está preparada para o fim e isso é fato. Mas ele existe, tudo o que é ‘pra sempre’ tem um fim. Um fim não, um ciclo. Um se encerra para que outro possa chegar em nossas vidas. Por isso prefiro acreditar que esse momento de ‘luto’ pelo falecimento do ‘amor’ é tão válido quanto qualquer outro tipo de comemoração. Ele faz parte de mim e desse processo tão importante de crescimento.

O que me consola, hoje? Um dia, rirei de tudo isso sim, em Paris. 


love paris